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Vc acha que o Boeing 737-200 PP-SMA da Vasp deveria ser levado para um museu?

Ele voou por 35 anos na empresa e agora está abandonado lá em Confins.

7 respostas em “Vc acha que o Boeing 737-200 PP-SMA da Vasp deveria ser levado para um museu?”

Gostei muito da história desta áeronave:

O Boeing 737-200 PP-SMA é um avião histórico da aviação brasileira por ter servido à VASP entre 1969 e 2005. Foi o primeiro Boeing 737 do Brasil e da América Latina. Na história da aviação chegou a ser recordista por voar 35 anos seguidos por uma só companhia, ultrapassando até o 737-200 LV-JMW da Aerolíneas Argentinas, porém, com a sua parada por determinação do D.A.C (Atual ANAC ) em meados de 2004, foi ultrapassado em tempo de serviço pelo Boeing 727-100 CP-861 do Lloyd Aéreo Boliviano que esteve em operação até 2007 pela empresa da Bolívia.

Após a suspensão de operações em 2004, a aeronave foi estacionada em uma área remota no Aeroporto de Confins localizado na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Foram retiradas pintura, logotipo e motores (incluindo suas carenagens) e apenas a bandeira do Brasil na porta, e a matrícula PP-SMA foram mantidas na aeronave. Enquanto ocorre o processo legal de falência e leilão dos bens da VASP, o PP-SMA continua em Confins, sem qualquer esperança de ser levado a um museu ou, no pior caso, ser desmontado e sucateado.

Na minha modesta opinião, o mínimo que o governo poderia fazer, seria colocar este herói dos ares em um museu para que a sua história seja preservada.

Sua história começou em 21 de abril de 1969, quando fez um vôo rasante no Aeroporto de São Paulo – Congonhas junto com os outros 737-200 PP-SMB, PP-SMC e PP-SMD (este último foi vendido pela companhia em 1974), devido a comemorações do feriado de Tiradentes. Ele é o Boeing 737-2A1 Número de Construção (Construction Number) 20092 da Linha (Line Number) 161 na Boeing, e possuia toda tecnologia que se podia esperar de um avião para sua época. A série -200 é uma versão estendida e melhorada da série -100. Esta aeronave foi a espinha dorsal da VASP, que contou com 22 aviões do tipo até sua falência.

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