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Cavalos

me respondem rapidinho.. eu juro q é rapido!!!!!!!!!!!!?

como ser uma encantadora de cavalos??

12 respostas em “me respondem rapidinho.. eu juro q é rapido!!!!!!!!!!!!?”

A encantadora de cavalos
Esta não é só mais uma história de paixão por cavalos. Cada história tem suas riquezas, mas há algumas que se destacam e que, além disso, emocionam e trazem para nossas vidas um exemplo de inteligência, amor e total dedicação a estes amigos do homem.

A veterinária Denise Fernandes vem plantando sementes na história da lida com cavalos e na vida de seus alunos, sejam eles eqüinos ou humanos. Seu exemplo é um verdadeiro estímulo de incentivo à vida, ao respeito pelos animais e pelas pessoas. Como ela mesma diz: – “Sempre fui muito fanática por animais toda minha vida sempre tive um ou mais cães. Quanto aos cavalos, soube desde que me conheço por gente que minha vida seria com eles e por eles! Nunca tive dúvidas. Sou veterinária por causa dos cavalos, poderia ser qualquer outra coisa desde que trabalhasse com cavalos. Condição básica. Não existo sem eles.”

Aos oito anos de idade sei pai notou que a menininha falava muito em cavalos. Foi então que ele resolveu colocá-la na escolinha de equitação do Cantegril Clube, em Viamão/RS. A partir daí nunca mais parou, a não ser pela época de estudos da faculdade de veterinária que a afastou por algum tempo que, segundo ela, foi a época mais triste de sua vida. Em 1989, já Médica Veterinária formada pela UFRGS, já havia renascido por ter voltado ao convívio com seus animais, adquiriu uma clínica na Soc. Hípica Portoalegrense, onde trabalhou de 1990 à 2000. Em 1998, abriu seu próprio Centro Eqüestre chamado Gallop, em 2000 foi para um haras maior. Hoje o carro chefe do Gallop é a doma e treinamento de cavalos e pessoas para o esporte eqüestre e venda de cavalos de salto.

Sua vida inteira foi dedicada a provas de hipismo, buscou conhecimentos sobre o relacionamento com os cavalos e de como eles aprendem as lições, sempre fazendo com que eles fizessem as tarefas porque queriam, tornando os resultados muito mais satisfatórios para cavalo e cavaleiro. A preocupação com a saúde mental e física destes animais sempre pontearam seus dias, além, é claro, de ensinar as pessoas a verdadeiramente saber montar. Tudo sempre com muito senso de humor, exigência, detalhismo e perfeccionismo que só quem conhece a Denise sabe que se ela briga é pelo bem.

Falo com conhecimento de causa, pois fui sua aluna e sei que ela procura sempre analisar a maneira com que os alunos aprendem melhor a lição. Nessa empreitada vale tudo brincadeiras, broncas, desafios e muito mais. A aula com ela é sempre uma lição completa, não aprendemos somente a não cair do cavalo, mas também coisas que servem para nosso crescimento pessoal. O cavalo também ensina muita coisa. Eles são a perfeição em termos de respeito e dedicação. Estão sempre ali prontos para o que deu e vier, nós é que, por não saber entender sua linguagem, não conseguimos os resultados esperados. Estes animais são extremamente generosos, tem uma enorme capacidade de perdoar e compreender o ser humano, mesmo que a grande parte dos humanos nem os compreenda nem os perdoe.

“Quantas vezes vocês já não ouviram os cavaleiros de qualquer modalidade eqüestre saírem de uma competição ou treino dizendo: – “ele fez isso, ele errou aquilo”, e o cavalo ali, firme e calado. Quando há vitórias, o cavaleiro diz: – “eu fiz isso, eu acertei aquilo”, e o cavalo ali, firme!.” Outras razões também turbinam a vontade de ir mais a fundo no mundo dos cavalos, como a imensa clareza nas suas atitudes e a honestidade; um cavalo nunca irá confundir você ou dificilmente irá reagir de uma forma diferente a um mesmo estímulo. Diferentemente da gente um cavalo precisa de muito pouco para estar bem e tranqüilo e ainda de sobra são lindos para caramba.

Por todo este respeito aos animais que treina é que Denise sempre busca alternativas para melhorar o dia-dia deles e facilitar as coisas para quem monta. Há algum tempo descobriu o Join Up ou Natural Horsemanship, métodos que ensinam como se comunicar com o cavalo, como entendê-lo, como formar uma verdadeira dupla com o seu animal e não apenas submetê-los às tarefas por vezes extremamente enfadonhas, irritantes ou mesmo dolorosas. “Costumo dizer que a maioria dos ginetes sabem como montar, mas não sabem como se comunicar com o seu cavalo e conseguir que ele QUEIRA realizar a tarefa, e não obrigá-los a realizar, acreditem existe uma diferença enorme no resultado obtido. Com isso perdem muito do prazer e da plenitude que estar com um cavalo proporciona”, declara ela.

“A Michele Hahn periodicamente dá cursos de Join Up aqui no sul, ela é instrutora credenciada pelo Monty Roberts (quem não leu o livro “O homem que ouve cavalos” escrito por ele, leia!), a primeira vez que vi esta técnica foi num curso com um veterinário de São Paulo, o Fernando Rocha. Nos EUA Pat Parelli, que eu acho o máximo, e o Monty Roberts, são “encantadores de cavalos”, fazem vários cursos pelo mundo! Quem tiver tempo e grana aposte nisso, senão, acessem as páginas deles, já vale a pena”, indica Denise.

Mas

PEGUE UMA CORDA E AMARRE DEPOIS TENTE CONQUISTAR SUA COMFIANÇA PEGUE A CORDA E VA PASSEANDO COM ELE OS DOIS ANDANDO TENTE COLOCAR A CELA E MONTAR SE NAO DER CERTO A MESMA COISA PARA O PROCESSO FICAR MAIS RAPIDO PEÇA AJUDA DE ALGUM VETERINARIO OU DE ALGUEM QUE TRABALHE COM CAVALOS

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