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gata anti-social, isso é normal?

MINHA GATA ODEIA OUTROS GATOS, SE UM SE APROXIMA, ELA VAI EMBORA.O Q SE PASSA C/ ELA?
ELA SO GOSTA DE ESTAR SO, nao acho isso natural pq outros gatos vivem bem em grupo, ela nao. desde pequena e assim, so viveu bem c/ o irmao.Qdo ele sumiu, ela nao quis saber de nada. Qdo teve bbs, cuidou deles ate ficarem adultos e os amamentava msm eles ja estando do tamanho dela. Hj ela ta castrada, so teve aqela cria e odeia gatos. O q sera q se passa com ela?sera q e so o jeito/ opersonalidade dela?

4 respostas em “gata anti-social, isso é normal?”

Gatos tem essa atitude mesmo.
Eles gostam apenas do canto deles.
Se sua gata vive mais em casa, é por isso q ela naum aceita
outros gatos, tem emdo de perder o lugar pra outro animal
gatos são animais individuais
e se ela nunca viveu em bando, como gatos do mato, ela
naum vai se acostumar mesmo com outro gatos
ela soh tinha um irmão neh
e depois q ele sumiu ela ficou só,
acho q tbem ela naum quer q vc pegue outro gato.
Qto a dar de mama ateh grande….
as gatas fazem assim mesmo
amamentam ateh bem tardeeh assim
ela não é estranha
gatos são mesmo anti sociais.

Realmente cada gato tem uma personalidade própria, enquanto uns são mais carinhosos, outros são mais sociaveis, outros podem ter sérios problemas para aceitar outra companhia felina, ou mesmo para relacionar-se com os donos.

Algumas dicas que podem ajudar:
Sem controle total
Embora a fase da sociabilização tenha uma enorme influência no comportamento do filhote, não quer dizer que podemos controlar ou determinar o comportamento futuro do animal. Já vi proprietários de gatos anti-sociais se culparem por isso ou serem culpadas por amigos. Mesmo depois de uma boa sociabilização, alguns gatos tornam-se agressivos, medrosos ou desenvolvem ambos os comportamentos com outros animais e com pessoas.

Temperamento e personalidade
Numa mesma ninhada, alguns gatinhos são mais corajosos e extrovertidos que outros. As diferenças de temperamento são influenciados pela genética de cada exemplar. Por isso, quanto mais anti-social e medroso for o gatinho, mais importantes serão os procedimentos descritos a seguir. Esse raciocínio é válido também quando o filhote tem pais medrosos, agressivos ou anti-sociais.

Brincalhão quando filhote, medroso quando adulto
Muitos proprietários de um filhote sociável e desinibido deixam de sociabilizá-lo e de acostumá-lo a procedimentos e situações que enfrentará futuramente por causa do bom temperamento do gatinho. Mas muitos filhotes, principalmente quando não foram corretamente expostos a diversas situações, animais e pessoas, começam a ficar medrosos e cautelosos depois de saírem da infância.

Como sociabilizar
Apresente o seu gatinho de maneira agradável a diversas pessoas e animais. Evite qualquer desconforto ou susto durante essas interações. Por exemplo, procure brincar com o gato e alimentá-lo enquanto recebe visitas. Lembre-se que o filhote pode se assustar com pessoas, especialmente as crianças, e com animais que agem de maneira inesperada, o que pode resultar em trauma difícil de ser recuperado.

Importância das brincadeiras
Estudos demonstraram que brincadeiras aproximam o gato das pessoas. Brincar é, portanto, uma ferramenta importante para facilitar a interação. Mas brincadeiras feitas com o uso do próprio corpo podem estimular a agressividade do gato para com as pessoas. Por isso, ao brincar prefira fazê-lo com algum
objeto. Em vez de estimular o felino a morder ou a caçar a sua mão ou pé, use um cordãozinho ou uma bolinha, por exemplo.

Procura por carinhos
Gatos acostumados a receber carinho nas primeiras semanas de vida tendem a procurar mais carinho quando adultos e a gostar de recebê-lo.
É relativamente comum o gato ficar ansioso e atacar o proprietário depois de receber carinho por algum tempo. Uma maneira de evitar esse comportamento é acostumar o filhote a longas sessões de carinho. Se ele não for muito fã de afagos, procure acariciá-lo durante as refeições ou enquanto a estiver preparando. Outro momento propício é quando ele estiver acordando ou quase dormindo, pois a ansiedade estará bem baixa.

Pequenas restrições de movimento
Habituar o gato a ter uma parte do corpo imobilizada é importante para que ele venha a se comportar com naturalidade quando lhe dermos banho, cortarmos suas unhas e o escovarmos, por exemplo. Segure o gato firmemente, mas com muito cuidado para não provocar um trauma. Procure imobilizar gradativamente uma parte do corpo dele. Treine isso com freqüência, mas sem provocar grande desconforto. É importante fazer a restrição com firmeza e, se o gato tentar escapar, não soltá-lo enquanto esperneia, para evitar que aprenda a acabar com o desconforto dessa maneira.

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