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como educar gatos que fazem bagunça ?

14 respostas em “como educar gatos que fazem bagunça ?”

se eles forem filhotes, qd eles crescerem eles melhoram. Se a bagunça for arrannhar o sofa, é bom vc colocar alguma outra coisa para elees arranharem. Os gatos não são como cachorros. Eles tem vontade propria e é dificil adestrá-los. Mas mesmo assim eu sou apaixonada por eles.

Você deve educa-los como se fossem crianças muito teimosas. Fale com voz alta e firme. Mesmo que eles pareçam não prestar atenção eles vão te temer. Use um borrifador com agua gelada e borrife na carinha deles, algo que faça barulho como uma cornetinha também funciona. Quando eles se comportarem bem elogie ( como se fossem crianças pequenas) e lhe dê uma agradinho, Wiskas sache é muito bom. Sempre de atenção ao seu gato. Pode ser que ele esteja querendo te chamar atenção e por isso a bagunça. Lembre-se que gatos pequenos costumam ser bem brincalhões e fazem bastante bagunça. se forem pequenos, não se preocupe. Isso passa logo. Eles crescem rapidinho

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Isso é muito normal e comum em gatos filhotinhos
Bagunça é sinal de saúde.
Deixa o menino brincar
Se ele estivesse muito quieto é pq tava doente, então deixe ele brincar
apenas afaste o q pode ser arranhado e destruido e nada mais
Tentar fazer isso é como tentar fazer uma criança não brincar

Olá Rebeca!
Concordo com a Camila Must – a orientação dela é, sem dúvida, a correta.
Eu acho castração algo discutível, especialmente em fêmeas por conta dos problemas pós-operatórios pq elas têm que ser abertas pois os órgãos são internos (veja o problema que teve a proprietária dessa pergunta: http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=AlC9iWsi7UuLWwCQbari9D7J6gt.;_ylv=3?qid=20110103180021AAKK9DU). Sem falar que é irreversível (se vc quiser filhotes mais tarde, não poderá. Mas se não castrar terá a opção de ter os filhotes ou não) e dos problemas que podem acontecer durante a cirurgia (como é o caso). Mas, em geral, em relação a machos e fêmeas, em casos de doenças hormonais e tumores acho que é inteiramente justificada pois a vida do animal está em jogo, mas nos outros casos, acho que não é uma forma de solucionar o problema dos animais, submetendo-os a uma cirurgia sem necessidade. Mesmo qdo a castração dela é para evitar problemas e doenças futuras, como peritonite, piometra, tumores de mama, porque nada nem ninguém pode garantir que seu animal teria essas doenças no futuro (a menos que haja histórico dessas doenças na família) portanto não se pode dizer que quem castra com esses objetivos proporciona ao animal mais qualidade e anos de vida pq o animal poderia ter uma qualidade de vida ainda melhor caso não tivesse nenhuma dessas doenças e ainda pudesse manter sua capacidade reprodutória. Se fosse assim, os humanos teriam que ser esterilizados antes da puberdade para evitar riscos de ter as mesmas doenças (câncer, tumores, etc). A castração, eticamente falando somente seria válida no caso de o animal efetivamente apresentar uma dessas doenças. Para que os gatos sejam dóceis, é só uma questão de adestramento, conforme a Camila explicou.
Já pensou se todos os animais fossem castrados? Não haveria mais animais na face da terra!! Isso não me parece legal! Tb acredito que todos os seres têm o direito de se reproduzir. E que os animais têm os mesmos direitos dos seres humanos – se é uma violação dos direitos humanos a esterilização forçada da população humana de rua (e concordo que é realmente uma violação aos direitos humanos), tb é uma violação dos direitos dos animais a esterilização forçada dos animais de rua. Além do que é uma forma de acabar com o equilíbrio natural, já que cães e gatos de rua são predadores naturais de ratos, baratas, pombos e outros animais que podem trazer muitas zoonoses aos seres humanos (leptospirose, toxiplasmose, peste bubônica, etc).Creio que a melhor forma de se administrar a questão dos animais é ter uma política governamental coerente de proteção e cuidados aos animais. Em primeiro lugar deveria ser criado um sistema público de saúde veterinária, para que os animais de rua fosse mantidos saudáveis. Depois poder-se-ia criar um tipo de “bolsa” de incentivo para os mantenedores resposnsáveis (que controlassem o processo de cruza e a saúde dos animais sem precisar castrá-los, apenas com responsabilidade e um bom manejo dos mesmos) de animais (como o “bolsa família” para quem tem filhos). Essa seria a forma coerente, responsável e humana de se lidar com o problema. O coordenador do meu curso universitário (medicina veterinária), que, além de veterinário, professor, tem mestrado e doutorado na profissão, disse que a questão da castração é discutível até porque esbarra na ética veterinária, que está intrinsecamente ligada ao bem estar animal que significa permitir que os animais exerçam as suas funções naturais, inclusive permitir a reprodução. Ou seja, a conduta mais ética seria que, como um bom proprietário, vc fizesse um manejo responsável, controlando seu animal na época do cio, sem castrá-lo, já que pode. E somente castrasse se o animal apresentasse uma enfermidade que exigisse tal procedimento.
Abraço.
PS.: Minha mãe adotou uma gatinha siamesa castrada e hoje ela lamenta que tenham castrado a gatinha pq gostaria que ela tivesse filhotes. Como proprietária responsável, sei que ela cuidaria mt bem dos filhotes, portanto tb lamento que não tenha sido dada a oportunidade a ela de cruzar a gatinha.

Pouco se comenta sobre educação de gatos. Há quem diga, inclusive, que é impossível adestrá-los. Mas, ao contrário do que se imagina, é possível modificar vários comportamentos dos felinos em geral com técnicas de adestramento:

Educação dá mais liberdade
Se um gato não comer plantas, não demarcar a casa com xixi e não arranhar os móveis, poderá circular sem restrições por todos os ambientes. Sua liberdade será maior do que a do gato menos educado, já que não haverá necessidade de confiná-lo para evitar danos à residência.

Punir com técnica adequada
Ao educar o gato, devemos ter o cuidado de não associar as punições com a nossa presença. Se isso acontecer, poderemos deteriorar a relação com o felino. Diferentemente dos cães, os gatos não estão psicologicamente preparados para lidar com punições provenientes de seu líder. A estrutura social de ambos é diferente. Por isso, o adestramento não deve ser feito da mesma forma.

Se o gato relacionar castigo com uma pessoa poderá passar a evitá-la ou, em alguns casos, a até atacá-la. Procure despersonalizar as punições, sempre que for possível.
Um método é causar desconforto à distância, de modo que o gato não o atribua a alguém. Por exemplo, colar sobre a geladeira uma fita de dupla face para, quando o gato pisar nela, se sentir desconfortável e não subir mais lá.

Outro método é o de assustar o gato para interromper uma ação. Espirrar água no focinho dele, por exemplo. Ao fazer isso, é preciso tentar parecer indiferente ao gato, para reduzir as chances de ele responsabilizar quem está apertando o spray.

Compreender o comportamento
É mais fácil corrigir o gato quando se proporcionam alternativas que satisfaçam a motivação causadora do comportamento indesejado. Um caso é o do gato que arranha móveis. Provavelmente, ele estará fazendo isso por precisar afiar as unhas ou para demarcar o território. Nesses casos, espalhar arranhadores pela casa e motivar o gato a usá-los tornará mais fácil evitar que ele arranhe outros objetos.

Não estimular o indesejado
Muitos comportamentos se repetem porque são recompensados, mesmo que não estejamos nos dando conta disso. É o que acontece quando o gato acorda alguém miando e a pessoa lhe dá, em seguida, carinho ou alimento. Esse “prêmio” motivará a repetição dos miados todas as manhãs.

Diante de um comportamento indesejado, leve em consideração a possibilidade de o gato estar sendo motivado por algum tipo de recompensa. Se isso estiver acontecendo, inclua a interrupção daquele reforço na estratégia para corrigir o comportamento.

Premiar o comportamento desejado
Devemos premiar o gato sempre que ele apresentar um comportamento desejado que poderia substituir o indesejado. Se ele costumar derrubar vasos, por exemplo, e for visto se entretendo com brinquedos é importante premiá-lo. Estimular o comportamento desejado resultará na repetição do que é aprovado.

Premie o gato dando a ele algo que o agrade. Fale carinhosamente com ele, ofereça um petisco ou faça carinhos. A recompensa deve acontecer o mais rápido possível em seguida ao comportamento correto, para facilitar a associação de idéias.

Pouco se comenta sobre educação de gatos. Há quem diga, inclusive, que é impossível adestrá-los. Mas, ao contrário do que se imagina, é possível modificar vários comportamentos dos felinos em geral com técnicas de adestramento:

Educação dá mais liberdade
Se um gato não comer plantas, não demarcar a casa com xixi e não arranhar os móveis, poderá circular sem restrições por todos os ambientes. Sua liberdade será maior do que a do gato menos educado, já que não haverá necessidade de confiná-lo para evitar danos à residência.

Punir com técnica adequada
Ao educar o gato, devemos ter o cuidado de não associar as punições com a nossa presença. Se isso acontecer, poderemos deteriorar a relação com o felino. Diferentemente dos cães, os gatos não estão psicologicamente preparados para lidar com punições provenientes de seu líder. A estrutura social de ambos é diferente. Por isso, o adestramento não deve ser feito da mesma forma.

Se o gato relacionar castigo com uma pessoa poderá passar a evitá-la ou, em alguns casos, a até atacá-la. Procure despersonalizar as punições, sempre que for possível.
Um método é causar desconforto à distância, de modo que o gato não o atribua a alguém. Por exemplo, colar sobre a geladeira uma fita de dupla face para, quando o gato pisar nela, se sentir desconfortável e não subir mais lá.

Outro método é o de assustar o gato para interromper uma ação. Espirrar água no focinho dele, por exemplo. Ao fazer isso, é preciso tentar parecer indiferente ao gato, para reduzir as chances de ele responsabilizar quem está apertando o spray.

Compreender o comportamento
É mais fácil corrigir o gato quando se proporcionam alternativas que satisfaçam a motivação causadora do comportamento indesejado. Um caso é o do gato que arranha móveis. Provavelmente, ele estará fazendo isso por precisar afiar as unhas ou para demarcar o território. Nesses casos, espalhar arranhadores pela casa e motivar o gato a usá-los tornará mais fácil evitar que ele arranhe outros objetos.

Não estimular o indesejado
Muitos comportamentos se repetem porque são recompensados, mesmo que não estejamos nos dando conta disso. É o que acontece quando o gato acorda alguém miando e a pessoa lhe dá, em seguida, carinho ou alimento. Esse “prêmio” motivará a repetição dos miados todas as manhãs.

Diante de um comportamento indesejado, leve em consideração a possibilidade de o gato estar sendo motivado por algum tipo de recompensa. Se isso estiver acontecendo, inclua a interrupção daquele reforço na estratégia para corrigir o comportamento.

Premiar o comportamento desejado
Devemos premiar o gato sempre que ele apresentar um comportamento desejado que poderia substituir o indesejado. Se ele costumar derrubar vasos, por exemplo, e for visto se entretendo com brinquedos é importante premiá-lo. Estimular o comportamento desejado resultará na repetição do que é aprovado.

Premie o gato dando a ele algo que o agrade. Fale carinhosamente com ele, ofereça um petisco ou faça carinhos. A recompensa deve acontecer o mais rápido possível em seguida ao comportamento correto, para facilitar a associação de idéias.

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